Conheça mais sobre Barras Antipânico

SOBRE A BARRA ANTIPÂNICO:

  •  ORIGEM

A barra antipânico foi criada após graves incidentes com muitas mortes. O primeiro foi em 1883 em um teatro na Inglaterra onde 183 crianças morreram pisoteadas e sufocadas. As crianças correram para a porta de saída para receber um brinde que seria entregue fora do teatro. A porta de saída de emergência estava fechada e abria para dentro do ambiente. O segundo foi em Chicago no teatro Iroquois em 1903 onde 605 pessoas morreram devido a portas de saída de emergência estarem trancadas. Engenheiros criaram uma fechadura que poderia ficar fechada por fora e que poderia ser facilmente aberta por dentro. A partir deste conceito que a barra antipânico nasceu e as legislações foram sendo aprimoradas e a segurança da população aumentada.

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  • RISCOS

O risco de uma situação de pânico, não fica restrito a um incêndio. São muitas as situações que podem geram pânico e correria. Explosões de equipamentos, brigas, tiroteio, boatos, desmoronamento, gritos, fumaça, invasões, falta de energia, temporais. Enfim são muitos fatores que podem gerar o pânico e uma atitude de busca por uma saída.

  • COMPORTAMENTO

Nas situações de pânico nossos sentidos ficam alterados e nosso raciocínio congelado. O corpo direciona o sangue para a cabeça e há uma perda de equilíbrio emocional. O instinto de sobrevivência atua e nos direciona de forma irracional na busca de nos salvarmos.

Este comportamento faz com que tenhamos atitudes de grito, velocidade, disputas que, em consciência normal, não faríamos. Por estas atitudes desproporcionais que as portas de saída de emergência existem e as barras antipânico atuam. Elas facilitam a saída imediata de todas as pessoas do ambiente de forma rápida e impulsiva.

A maioria das mortes que ocorrem em ambientes populosos são por pisoteamento e por sufocamento e menos pela atuação do fogo. Estas mortes ocorrem devido a este ímpeto de sair imediatamente do ambiente e pelo mal dimensionamento das saídas de emergência, pela falta de sinalização e a inexistência de barras antipânico nos ambientes.

  • NORMAS

As normas e legislações vigentes visam propiciar a segurança da população para que toda a população do ambiente possa ser evacuada muito rapidamente para evitar empurrões, pisoteamento e pânico. Elas tratam de condições de fabricação e de requisitos construtivos como quantidades, medidas e distâncias das saídas de emergência. Apenas locais sinalizados, com saídas emergência com barras antipânico que atendam as normas vigentes é que proporcionam segurança. Ambientes que estão de fora destas condições os riscos são muito altos e devem ser evitados pela população.